30 DE JULHO

MANHÃ

8h00 CREDENCIAMENTO
9h30min CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Profa. Dra. Érika Cecília Soares Oliveira – Universidade Federal de Alagoas
Dispositivos poéticos, políticos e metodológicos e feminismos subalternos

TARDE

15h00min PALESTRAS
Prof. Dr. Márcio Matiassi Cantarin – Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Ecologia e saberes tradicionais na obra de Mia Couto

Prof. Me. Celso Francês Júnior – Universidade Federal do Pará – Campus de Breves
Variação, Identidade e Atitude Linguística

NOITE

19h30min SESSÕES DE COMUNICAÇÃO

 

 

31 DE JULHO

MANHÃ

8h30min MINI-CURSOS
Profa. Dra. Sandra Maria Job – Universidade Federal do Pará
Quebrando silêncios: o corpo feminino

Profa. Dra. Ana Maria Smith Santos – Universidade Federal do Pará
Mulheres marajoaras e a educação: narrativas de bordas e agências

Prof. Me. Elson de Menezes Pereira – Universidade Federal do Pará
As normas da ABNT e a produção de artigos e Trabalhos de Conclusão de Curso

Prof. Esp. Carlos Rodrigo Moraes de Souza
Libras – Nível Básico

TARDE

15h00
Bate-papo com o escritor Luís Fulano de Tal
Local: Auditório Dalcídio Jurandir
A NOITE DOS CRISTAIS, Ed. 34, SP, 1999, conta de forma inovadora e eletrizante a história da Revolta dos Malês, levante muçulmano e libertário dos escravizados na Bahia de 1835. Os revoltosos tinham como meta abolir a escravidão, matar os brancos e instalar no Brasil a primeira república muçulmana das Américas. Em suas memórias o garoto Gonçalo traça a vida de família, o dia-a-dia dos escravos, o trabalho nos engenhos, os castigos nos pelourinhos, os mercados de escravos com seus leilões, descrevendo ao mesmo tempo a geografia dos becos e das ladeiras da Roma Negra. Em riqueza de detalhes, conta também, em sua versão de menino, como teria sido a Revolta dos Malês, luta da qual o seu pai era acusado de participar e que mudou a sua vida, a vida da sua família e a história do Brasil. Lançada em 1999, em 2000 a obra foi premiada pela FNLIF-FUNDAÇÃO NACIONAL DO LIVRO INFANTO–JUVENIL na categoria autor revelação, e o texto mereceu críticas elogiosas de Alfredo Bosi, Pierre Verger, Mary Del Priore, Wilson do Nascimento, Fernando Mourão e outros. Já o livro O TÚMULO DO SOLDADO DESCONHECIDO, Ed. Biblioteca 24 Horas, SP,2017, conta a história da Guerra de Canudos, mas a partir do ponto de vista de um soldado negro paraense, que participa da luta alistado no Exército, e que volta como herói de guerra, vai procurar seus direitos e ... ... ... descobre que não tem direito algum. A narrativa é construída a partir das cartas da personagem (real) encontradas nos arquivos do Hospício do Juqueri, em São Paulo. Épica, a trama é contada por um cego, um louco, um mutilado de guerra, um retirante nordestino, um paraibano bom vivant, um trabalhador braçal baiano, um caipira paulista, e por soldados de todos os sotaques e de todos os cantos do país que participaram daquela hecatombe. O trabalho mereceu um prefácio escrito pelo professor Alfredo Bosi.

NOITE

19h00 CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO
Prof. Dr. Márcio Matiassi Cantarin – Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Panorama das literaturas africanas de língua portuguesa
20h30min Atividade cultural